Esta notícia é bem antiga, mas como reencontrei o link, penso que vale a pena postar, pela singularidade da situação. Já ouvimos dizer que o vinho é muito bom para muitas coisas, mas acho que esta é a primeira vez que o vemos atuando na área de segurança desta forma.
Assaltante bebe vinho de vítima e é encontrado dormindo em sofá
Homem havia colocado CDs, DVDs e eletrônicos em fronhas.
Ele disse à polícia que entrou na casa para usar o banheiro.
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Um assaltante não conseguiu terminar o roubo a uma casa, em Cambridge, na Inglaterra, porque encontrou uma garrafa de vinho no caminho.
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Segundo reportagem do jornal britânico “Mirror”, Michael Dwyer, 44 anos, foi encontrado dormindo no sofá da casa de uma vítima depois de ter bebido vinho enquanto roubava alguns pertences.
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À polícia, Dwyer afirmou que entrou na casa pela janela para usar o banheiro e que não se lembrava de ter colocado CDs, DVDs e equipamentos eletrônicos em várias fronhas de travesseiro.
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Desempregado, o ladrão se declarou dependente de álcool.
Depois de mais de um ano de inatividade forçada no blog, estou oficialmente retomando as atividades por aqui. Muita coisa aconteceu neste tempo e muito assunto ficou para trás. Mas como “é pra frente que se anda”, então há muito mais por vir do que aquilo que já passou.
Para comemorar, o blog está de “cara nova”. Espero que gostem do novo visual.
Aproveito para agradecer a todos que me mandaram mensagens, durante esta “pausa”, manifestando o interesse pelos posts deste humilde blog. Um grande abraço a todos e muito obrigado, de coração, pelo carinho.
Eis aí a segunda edição do Desafio Enomusical. Desta vez o convidado foi o Jean, confrade de Enoblogs, do blog O Tanino. Como a idéia desta brincadeira é promover o encontro entre blogueiros apaixonados por vinho e música, assim como a nossa amiga Cláudia na primeira edição, o Jean foi bastante gentil e acolhedor ao aceitar o convite. Acredito que, mais uma vez, o resultado foi muito bacana. Confira abaixo o vinho escolhido por ele, com a minha opção de música para “acompanhar”. Não deixe de visitar também O Tanino para conhecer o meu vinho e a música do Jean.
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Amancaya (Catena & Rotschild)
Para este primeiro desafio enomusical, escolhi um dos vinhos que mais me agradou até hoje e por isso é um dos poucos rótulos que comprei mais de uma vez. O vinho é o Amancaya 2006.
Este argentino é produzido na região de Mendoza pela Bodegas Caro (http://www.lafite.com/eng/Other-Estates/Bodegas-Caro/node_218) ,que é nada mais nada menos do que uma parceria entre a argentina Catena Zapata e o francês Barons de Rotschild, proprietário do mundialmente conhecido Chateau Latife.
Dessa união de estilos bem diferentes surgiu um vinho acima da média, com um corte de 60% Cabernet Sauvignon e 40% Malbec e que passa 12 meses em barricas de carvalho, sendo que 20% delas são novas.
O líquido tem uma cor violeta profunda e com aura rosada, não apresentando traços dos 12 meses de barrica. Brilhante e levemente translúcido. No nariz apareceram aromas potentes de frutas frescas, groselha e frutas em compota, logo depois evoluindo para notas de grama molhada e amêndoas.
Um corpo médio, com taninos suaves mas ainda presentes e uma acidez perfeita para acompanhar um filé ao ponto completam o conjunto que se mostrou bem equilibrado e persistente.
Ao meu ver, este é um argentino com alma francesa!
Um abraço
Jean
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The Healer (John Lee Hooker / Carlos Santana)
Como disse na introdução deste post, a idéia desta brincadeira é celebrar o encontro. A escolha do Jean, portanto, não poderia ser melhor. Não só pelo fato de ser um vinho muito bom, mas também pelo fato de ser o resultado de um encontro muito especial. Encontro de dois grandes produtores, dois estilos e duas cepas. Neste encontro de dois blogueiros para promover o encontro entre vinho e música, eu não poderia deixar esta temática de lado e trazer aqui um encontro que considero sensacional.
John Lee Hooker (nascido em 1917 e falecido em 2001) é um dos principais nomes da história do Blues. Seu estilo meio “falado” e sua voz marcante fizeram escola. Em 1989, já com seus 72 anos, o mestre do blues gravou um disco antológico, com a participação mais que especial de outros grandes músicos. Para gravar a faixa que dá título ao disco, The Healer, o convidado foi ninguém menos que o grande guitarrista latino Carlos Santana. E por que cargas d’água (ou melhor, de vinho) que escolhi esta música?
Assim como no caso do vinho apresentado pelo amigo Jean, esta música é o resultado do encontro de duas grandes potências, dois estilos, duas “escolas” que longe de ofuscarem um ao outro, complementam-se para produzir algo realmente diferenciado. No caso do vinho, como disse o Jean, um francês com alma argentina. Na música, um legítimo blues do Mississipi com swing latino.
Veja o vídeo e diga-nos se é ou não uma boa combinação…
http://www.youtube.com/watch?v=0aFKgi5D6eU
Grande abraço
Marcelo Oliveira
Eis aí a segunda edição do Desafio Enomusical. Desta vez o convidado foi o Jean, confrade de Enoblogs, do blog O Tanino. Como a idéia desta brincadeira é promover o encontro entre blogueiros apaixonados por vinho e música, assim como a nossa amiga Cláudia na primeira edição, o Jean foi bastante gentil e acolhedor ao aceitar o convite. Acredito que, mais uma vez, o resultado foi muito bacana. Confira abaixo o vinho escolhido por ele, com a minha opção de música para “acompanhar”. Não deixe de visitar também O Tanino para conhecer o meu vinho e a música do Jean.
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Amancaya (Catena & Rotschild)
Para este primeiro desafio enomusical, escolhi um dos vinhos que mais me agradou até hoje e por isso é um dos poucos rótulos que comprei mais de uma vez. O vinho é o Amancaya 2006.
Este argentino é produzido na região de Mendoza pela Bodegas Caro (http://www.lafite.com/eng/Other-Estates/Bodegas-Caro/node_218) ,que é nada mais nada menos do que uma parceria entre a argentina Catena Zapata e o francês Barons de Rotschild, proprietário do mundialmente conhecido Chateau Latife.
Dessa união de estilos bem diferentes surgiu um vinho acima da média, com um corte de 60% Cabernet Sauvignon e 40% Malbec e que passa 12 meses em barricas de carvalho, sendo que 20% delas são novas.
O líquido tem uma cor violeta profunda e com aura rosada, não apresentando traços dos 12 meses de barrica. Brilhante e levemente translúcido. No nariz apareceram aromas potentes de frutas frescas, groselha e frutas em compota, logo depois evoluindo para notas de grama molhada e amêndoas.
Um corpo médio, com taninos suaves mas ainda presentes e uma acidez perfeita para acompanhar um filé ao ponto completam o conjunto que se mostrou bem equilibrado e persistente.
Ao meu ver, este é um argentino com alma francesa!
Um abraço
Jean
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The Healer (John Lee Hooker / Carlos Santana)
Como disse na introdução deste post, a idéia desta brincadeira é celebrar o encontro. A escolha do Jean, portanto, não poderia ser melhor. Não só pelo fato de ser um vinho muito bom, mas também pelo fato de ser o resultado de um encontro muito especial. Encontro de dois grandes produtores, dois estilos e duas cepas. Neste encontro de dois blogueiros para promover o encontro entre vinho e música, eu não poderia deixar esta temática de lado e trazer aqui um encontro que considero sensacional.
John Lee Hooker (nascido em 1917 e falecido em 2001) é um dos principais nomes da história do Blues. Seu estilo meio “falado” e sua voz marcante fizeram escola. Em 1989, já com seus 72 anos, o mestre do blues gravou um disco antológico, com a participação mais que especial de outros grandes músicos. Para gravar a faixa que dá título ao disco, The Healer, o convidado foi ninguém menos que o grande guitarrista latino Carlos Santana. E por que cargas d’água (ou melhor, de vinho) que escolhi esta música?
Assim como no caso do vinho apresentado pelo amigo Jean, esta música é o resultado do encontro de duas grandes potências, dois estilos, duas “escolas” que longe de ofuscarem um ao outro, complementam-se para produzir algo realmente diferenciado. No caso do vinho, como disse o Jean, um francês com alma argentina. Na música, um legítimo blues do Mississipi com swing latino.
Veja o vídeo e diga-nos se é ou não uma boa combinação…
Quando postei o primeiro filme aqui no blog o meu recente amigo do Orkut, o Junior Bertin, fez um comentário e indicou um filme que eu não conhecia ainda. Corri atrás e consegui assistir no mesmo dia. E ele estava certo! O filme é bem legal. Então, aí vai a apresentação do filme. Mais uma vez retirei a sinopse do Yahoo Cinema.
A Good Year (Um Bom Ano)
Max Skinner (Russell Crowe) é um investidor inglês sem muitos escrúpulos que vive somente para ganhar cada vez mais dinheiro. Quando seu tio Henry (Albert Finney), seu parente mais próximo, morre, ele herda sua vinícola na França. Quando viaja ao local para ajustar detalhes a fim de vendê-lo, Max acaba passando uma temporada no local, deixando-se seduzir pelo inebriante clima francês.
Estrelando: Russel Crowe, Mitchell Mullen, Marion Cotillard, Albert Finney, Tom Hollander, Didier Bourdon.
Este post inaugura a categoria “Vinhos na Telona”, onde pretendo apresentar filmes que tem o nosso precioso líquido como temática ou com alguma relevância na trama. Como não sou crítico de cinema, vou apenas colar a sinopse e a ficha técnica do filme. Conto com a opinião de vocês, sobre os filmes.
Como primeiro post, não poderia deixar de apresentar o Sideways, por ser talvez o mais conhecido filme que tenha o vinho em destaque na trama.
Miles Faymond (Paul Giamatti), um escritor derrotado que dá aulas em uma escola, resolve ir com seu melhor amigo (Thomas Haden Church), que costumava ser galã de novelas, para uma viagem em direção a uma região da Califórnia, conhecida como a cidade do vinho . Lá, eles exploram a natureza de seus fracassos e questionam seus relacionamentos. Jack, prestes a se casar, tem um caso extraconjugal e se questiona se deve terminar com essa aventura. Miles, recentemente divorciado, se pergunta se tomou a melhor decisão acabando com seu casamento.
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Estrelando: Marylouise Burke, Thomas Haden Church, Missy Doty, M.C. Gainey, Patrick Gallagher, Paul Giamatti, Virginia Madsen, Sandra Oh, Patrick Gallagher.
Doce ou seco? O vinho que você escolhe revela sua personalidade
NOVA YORK (Reuters) – O gosto por Sauvignon Blanc e Chardonnay ou a preferência por Bordeaux ou Zinfandel podem indicar mais que apenas uma preferência em termos de vinho. É possível que também sejam indicativos de traços da personalidade.
Uma pesquisa de cientistas da Austrália e Grã-Bretanha mostra que as pessoas que preferem vinhos de sabor doce apresentam tendência maior a ser impulsivas, enquanto aquelas que optam por vinhos secos são mais abertas.
“Os participantes cuja preferência é pelo sabor doce tiveram escore de impulsividade significativamente maior que seus colegas que preferem vinhos secos”, disseram no estudo Anthony J. Saliba, da Universidade Charles Sturt, de Wagga Wagga, Austrália, e seus colegas.
Juntamente com Saliba, Kate Wragg e Paul Richardson, da universidade inglesa de Sheffield Hallam, disseram que, além de impulsividade e abertura, nenhum outro traço de personalidade diferiu significativamente entre os dois grupos.
“Existe alguma base de apoio para a ideia de que a preferência pelo doce se desenvolve cedo nos humanos e, desse modo, pode alimentar o desenvolvimento da impulsividade”, disseram os pesquisadores, que divulgaram sua descoberta no periódico Food Quality and Preference.
Eles testaram as preferências em matéria de vinho de 45 pessoas de Sheffield, na Inglaterra, e as dividiram em dois grupos, segundo sua preferência por vinhos doces ou secos.
Cada grupo também foi submetido a testes de personalidade para avaliar sua impulsividade, empatia, abertura, conscienciosidade, extroversão, amabilidade e neurose.
Os pesquisadores disseram que há sinais de que a preferência pelo sabor doce varia ao longo da vida. Ela parece ser maior na infância, diminuindo no final da adolescência.
Eles pediram mais estudos para determinar se existe ou não uma relação de causa e efeito entre impulsividade e sabor doce.
A Reuters noticiou, em reportagem de Patricia Reaney, mais uma polêmica pesquisa envolvendo o vinho.
Doce ou seco? O vinho que você escolhe revela sua personalidade
NOVA YORK (Reuters) – O gosto por Sauvignon Blanc e Chardonnay ou a preferência por Bordeaux ou Zinfandel podem indicar mais que apenas uma preferência em termos de vinho. É possível que também sejam indicativos de traços da personalidade.
Uma pesquisa de cientistas da Austrália e Grã-Bretanha mostra que as pessoas que preferem vinhos de sabor doce apresentam tendência maior a ser impulsivas, enquanto aquelas que optam por vinhos secos são mais abertas.
“Os participantes cuja preferência é pelo sabor doce tiveram escore de impulsividade significativamente maior que seus colegas que preferem vinhos secos”, disseram no estudo Anthony J. Saliba, da Universidade Charles Sturt, de Wagga Wagga, Austrália, e seus colegas.
Juntamente com Saliba, Kate Wragg e Paul Richardson, da universidade inglesa de Sheffield Hallam, disseram que, além de impulsividade e abertura, nenhum outro traço de personalidade diferiu significativamente entre os dois grupos.
“Existe alguma base de apoio para a ideia de que a preferência pelo doce se desenvolve cedo nos humanos e, desse modo, pode alimentar o desenvolvimento da impulsividade”, disseram os pesquisadores, que divulgaram sua descoberta no periódico Food Quality and Preference.
Eles testaram as preferências em matéria de vinho de 45 pessoas de Sheffield, na Inglaterra, e as dividiram em dois grupos, segundo sua preferência por vinhos doces ou secos.
Cada grupo também foi submetido a testes de personalidade para avaliar sua impulsividade, empatia, abertura, conscienciosidade, extroversão, amabilidade e neurose.
Os pesquisadores disseram que há sinais de que a preferência pelo sabor doce varia ao longo da vida. Ela parece ser maior na infância, diminuindo no final da adolescência.
Eles pediram mais estudos para determinar se existe ou não uma relação de causa e efeito entre impulsividade e sabor doce.
Mais um vídeo da série “como isto é feito”. Desta vez, vamos ter uma noção de como é feito o Vinho. Infelizmente o vídeo é em inglês, mas mesmo quem não entende pode ter uma boa idéia de como é produzido o tão precioso nectar. Enjoy!
Esta notícia foi publicada pela portuguesa Revista de Vinhos. Matéria assinada pelo Antonio Falcão.
Região de Champanhe com novas e radicais regras
A prosperidade está lentamente a diminuir naquela que deverá ser a região vinícola mais rica do mundo. Por questões de mercado, as autoridades da região já decidiram novas regras de produção de uva, que vão implicar que este ano se produza menos 40% de champanhe.
De facto, devido a uma baixa nas vendas em 2008, os stocks de champanhe avolumam-se nas caves e armazéns das grandes empresas. Ao mesmo tempo, a região quer preservar os preços. A solução passou assim por limitar para este ano a produção de uva. Segundo escreve o jornalista Giles Fallowfield, da Decanter, “teve que se chegar a um consenso: os produtores de uva (que possuem 90% das vinhas da região) reclamavam uma produção de 10.400 Kg por hectare enquanto as grandes casas pediam um máximo de 7.500 Kg. A produção ficou assim estabelecida em 8.000 quilos por hectare (o equivalente a cerca de de 230 milhões de garrafas)”. Esta medida, diz ainda o periódico, “garante ainda um nível aceitável de rendimento para os produtores de uva”.
Só para se ter um termo de comparação podemos dizer que a produção média no ano passado foi de 14.200kg/ha, que deu origem a 405 milhões de garrafas; este ano irá haver portanto menos 44% de champanhe produzido nas adegas. Mas há que ver ainda se o preço da uva se irá manter nos altos níveis de 2008, quando o preço médio chegou aos €5,35 por quilo (€5.05 em 2007). Em Portugal, e apenas como curiosidade, é muito raro pagar-se 1 euro por quilo de uva, com a possível excepção do Alvarinho e algumas uvas brancas no Alentejo. Normalmente os preços da uva para vinhos de qualidade nem chegam a metade disso.
Esta notícia foi publicada pela portuguesa Revista de Vinhos. Matéria assinada pelo Antonio Falcão.
Região de Champanhe com novas e radicais regras
A prosperidade está lentamente a diminuir naquela que deverá ser a região vinícola mais rica do mundo. Por questões de mercado, as autoridades da região já decidiram novas regras de produção de uva, que vão implicar que este ano se produza menos 40% de champanhe.
De facto, devido a uma baixa nas vendas em 2008, os stocks de champanhe avolumam-se nas caves e armazéns das grandes empresas. Ao mesmo tempo, a região quer preservar os preços. A solução passou assim por limitar para este ano a produção de uva. Segundo escreve o jornalista Giles Fallowfield, da Decanter, “teve que se chegar a um consenso: os produtores de uva (que possuem 90% das vinhas da região) reclamavam uma produção de 10.400 Kg por hectare enquanto as grandes casas pediam um máximo de 7.500 Kg. A produção ficou assim estabelecida em 8.000 quilos por hectare (o equivalente a cerca de de 230 milhões de garrafas)”. Esta medida, diz ainda o periódico, “garante ainda um nível aceitável de rendimento para os produtores de uva”.
Só para se ter um termo de comparação podemos dizer que a produção média no ano passado foi de 14.200kg/ha, que deu origem a 405 milhões de garrafas; este ano irá haver portanto menos 44% de champanhe produzido nas adegas. Mas há que ver ainda se o preço da uva se irá manter nos altos níveis de 2008, quando o preço médio chegou aos €5,35 por quilo (€5.05 em 2007). Em Portugal, e apenas como curiosidade, é muito raro pagar-se 1 euro por quilo de uva, com a possível excepção do Alvarinho e algumas uvas brancas no Alentejo. Normalmente os preços da uva para vinhos de qualidade nem chegam a metade disso.
Notícia interessante sobre o consumo de vinho no Brasil, publicada pelo Portal Fator Brasil.
Uma nova safra de importadoras de vinhos
Antes dominado por grandes distribuidoras, o mercado se pulveriza no momento em que a bebida cai de vez no gosto do brasileiro .
O mercado de importação de vinhos no país tem muito o quê brindar. Afinal, o brasileiro nunca consumiu tanto o néctar de Baco quanto nos últimos tempos. Somente em 2008, foram importados 54,3 milhões de litros, principalmente de vinícolas do Chile, Argentina, Itália, Portugal, França e Espanha, segundo dados da International Consulting. O crescimento do consumo tem provocado uma profunda transformação no setor, que movimentou R$ 870 milhões ano passado: a ascensão de importadoras menores, que ocupam espaços antes exclusivos das empresas tradicionais.
Uma das empresas que tem aproveitado o aumento do apetite brasileiro por vinhos é a Max Brands. Fundada em 2008, a importadora cresceu 50% já no primeiro trimestre de 2009 em relação ao mesmo período do ano passado; agora, prevê um crescimento superior a 40% neste ano, no embalo do aquecimento do mercado vinícola.
“Apesar de novos no mercado, entramos com uma carta de vinhos forte e com uma estratégia diferente para criar nosso portfólio. Nosso foco é a gestão estratégica das marcas, cuidando para que a linha de produtos oferecida seja variada, mas sem concorrência entre as marcas distribuídas”, afirma o diretor da Max Brands, Alexandre Fadel. “Isso dá tranqüilidade aos fornecedores, que acabam construindo uma relação de parceria, minimizando riscos de perdê-los para a concorrência”, explica Fadel, que credita o sucesso do negócio a essa estratégia, somada ao aumento de consumo do vinho no país.
A carta de vinhos da importadora é formada com produtos trazidos da Itália (35%), Argentina (28%), Chile (22%) e França (15%). São comercializados nas principais redes varejistas do país, além de casas especializadas e restaurantes, onde a empresa também tem aumentado a presença. “Para se manter fortalecido nesse segmento, é necessário diversificar a presença de nossas marcas. Com o brasileiro cada vez mais amante desse tipo de bebida, é durante um jantar em um restaurante que ele pode começar a construir ‘sua relação’ com um novo vinho”, conclui o diretor da Max Brands.
Para quem, como eu, desconhecia o processo de fabricação das taças e decanters, apresento este video, garimpado no youtube, que mostra um pouco da fabricação na famosa Riedel. São verdadeiras obras de arte…