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Como as taças são feitas (Riedel Glass Production)

Para quem, como eu, desconhecia o processo de fabricação das taças e decanters, apresento este video, garimpado no youtube, que mostra um pouco da fabricação na famosa Riedel. São verdadeiras obras de arte…


Vinícola Concha y Toro

Um vídeo institucional da famosa vinícola Concha y Toro, com uma breve descrição e apresentação dos pacotes de visita.


Desafio Enomusical

Conheci o Blog Pequenos Prazeres no Enoblogs e, posteriormente, conheci a Cláudia Merquior nas comunidades do Orkut. Como compartilhamos a paixão pelos vinhos e pela música, convidei-a para um divertido “desafio enomusical”. A brincadeira é a seguinte: cada um de nós escolheu um vinho e apresentou ao outro. A partir desta escolha, tivemos que escolher uma música para “harmonizar” com o vinho. Foi muito legal a primeira experiência e espero que gostem do resultado. Segue abaixo o vinho que ela escolheu e a música que eu escolhi. No Blog dela (link no final do post), você vai encontrar a minha sugestão de vinho e a música que ela escolheu.
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Jacobs Creek Syrah Cabernet 2004
É um vinho que traduz com maestria a essência do seu país de origem, a Austrália. Jovem, encorpado e instigante, ele é resultado de uma assemblage de Syrah (53%) e Cabernet Sauvignon (47%), combinação tipicamente australiana. Figurinha fácil nos free shops da vida, o Jacob`s Creek  é um dos rótulos mais acessíveis da  Orlando Wyndham, que está entre as principais vinícolas australianas. Nada que comprometa o seu charme. Amadeirado na medida certa, frutado, macio e com toques de pimenta, esse vinho é uma ótima companhia para carnes vermelhas e massas em geral.
Cláudia Merquior
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Midnight Oil – Beds are Burning
Quando a Cláudia me enviou a nota sobre o vinho que ela tinha escolhido para este nosso “desafio” tive imediatamente a noção de onde deveria buscar a música. Tão óbvio que fiquei com medo de ser redundante demais. Tentei fugir do lugar comum, mas a cada tentativa sentia que me afastava mais e mais da harmonia perfeita. Até que me perguntei: – Ei! Qual é o problema da obviedade? Se duas coisas são boas e combinam, que mal há nisso?
O Jacob’s Creek é o vinho mais conhecido da Austrália. Não tem a pretenção de ser o melhor, mas a sua qualidade abriu portas do mercado mundial para esta atual potência da vitivinicultura mundial. Além disto, a Syrah transformou-se na uva emblemática da Austrália. Hoje, quando se fala em Syrah, o primeiro lugar do qual lembramos é, sem dúvida a Austrália. Portanto, trata-se aqui de um vinho que é a cara da Austrália para o mundo. Como eu curto muito o rock Australiano dos anos 80/90, conhecido como Surf Music já que fez e faz muito sucesso junto aos surfistas, a única dúvida foi escolher a banda mais representativa. Depois de alguma reflexão, escolhi, para acompanhar o vinho, nada menos que a banda Midnight Oil. A engajada banda que tem seus primordios no início dos anos 70 e dissolveu-se em 2002. Com seu som inequivocamente australiano e suas letras de protesto (ecológico e pró-aborigenes), arrebatou uma legião de fãs por todo o mundo (incluindo eu).
A música é Beds are Burning, do Disco Diesel and Dust, de 1987. Linkei o video abaixo, da antológica apresentação da banda no encerramento das Olimpíadas de Sydney, quando tocaram Beds are Burning. É maravilhoso rever o Peter Garrett (que hoje é político na Austrália) e toda a banda em ação.
E quem disse que vinho não combina com rock?
http://www.youtube.com/watch?v=8L_uOGZ3PCI

Conheci o Blog Pequenos Prazeres no Enoblogs e, posteriormente, conheci a Cláudia Merquior nas comunidades do Orkut. Como compartilhamos a paixão pelos vinhos e pela música, convidei-a para um divertido “desafio enomusical”. A brincadeira é a seguinte: cada um de nós escolheu um vinho e apresentou ao outro. A partir desta escolha, tivemos que escolher uma música para “harmonizar” com o vinho. Foi muito legal a primeira experiência e espero que gostem do resultado. Segue abaixo o vinho que ela escolheu e a música que eu escolhi. No Blog dela (Clique aqui), você vai encontrar a minha sugestão de vinho e a música que ela escolheu.

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Jacobs Creek Syrah Cabernet 2004Jacobs Creek Shiraz Cabernet 2004

É um vinho que traduz com maestria a essência do seu país de origem, a Austrália. Jovem, encorpado e instigante, ele é resultado de uma assemblage de Syrah (53%) e Cabernet Sauvignon (47%), combinação tipicamente australiana. Figurinha fácil nos free shops da vida, o Jacob`s Creek  é um dos rótulos mais acessíveis da  Orlando Wyndham, que está entre as principais vinícolas australianas. Nada que comprometa o seu charme. Amadeirado na medida certa, frutado, macio e com toques de pimenta, esse vinho é uma ótima companhia para carnes vermelhas e massas em geral. Foi o meu primeiro australiano, e acredito que tenha sido a porta de entrada de muita gente para os vinhos produzidos naquele país. Por aqui, o rótulo custa em torno dos R$ 60,00.

Cláudia Merquior

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Midnight Oil – Beds are Burning

Quando a Cláudia me enviou a nota sobre o vinho que ela tinha escolhido para este nosso “desafio” tive imediatamente a noção de onde deveria buscar a música. Tão óbvio que fiquei com medo de ser redundante demais. Tentei fugir do lugar comum, mas a cada tentativa sentia que me afastava mais e mais da harmonia perfeita. Até que me perguntei: – Ei! Qual é o problema da obviedade? Se duas coisas são boas e combinam, que mal há nisso?

O Jacob’s Creek é o vinho mais conhecido da Austrália. Não tem a pretenção de ser o melhor, mas a sua qualidade abriu portas do mercado mundial para esta atual potência da vitivinicultura mundial. Além disto, a Syrah transformou-se na uva emblemática da Austrália. Hoje, quando se fala em Syrah, o primeiro lugar do qual lembramos é, sem dúvida, a Austrália. Portanto, trata-se aqui de um vinho que é a cara da Austrália para o mundo. Como eu curto muito o rock Australiano dos anos 80/90, conhecido como Surf Music, já que fez e faz muito sucesso junto aos surfistas, minha única dúvida foi escolher a banda mais representativa. Depois de alguma reflexão, escolhi, para acompanhar o vinho, nada menos que a banda Midnight Oil. A engajada banda que tem seus primordios no início dos anos 70 e dissolveu-se em 2002. Com seu som inequivocamente australiano e suas letras de protesto (ecológico e pró-aborigenes), arrebatou uma legião de fãs por todo o mundo (incluindo eu).

A música é Beds are Burning, do Disco Diesel and Dust, de 1987. Linkei o video abaixo, da antológica apresentação da banda no encerramento das Olimpíadas de Sydney, quando tocaram Beds are Burning. É maravilhoso rever o Peter Garrett (que hoje é político na Austrália) e toda a banda em ação.

E quem disse que vinho não combina com rock?


Aprendendo a arte da degustação.

A arte da degustação requer, em sua base, um mínimo de procedimentos que tem como objetivo explorar da melhor forma possível as informações e sensações que o vinho nos oferece. São procedimentos bastante simples. Infelizmente a quase totalidade dos “mestres”, quando vão apresentar esta “técnica básica”, acaba por complicar aquilo que é básico. Pouquíssimas vezes eu vi uma explicação tão objetiva quanto esta que quero apresentar a vocês. Trata-se da Enóloga Bibiana González Rave, colombiana, formada pela Universidade Victor Ségalen Bordeaux II, atualmente trabalhando como consultora e assistente enóloga em vinicolas dos EUA.

O video está em espanhol, mas com um pouco de boa vontade dá pra entender numa boa.

Bom proveito…


Casa Lapostolle

Encontrei este video por acaso e achei muito bem produzido. Uma rápida apresentação da Casa Lapostolle, importante vinícola chilena, que produz o vinho que foi considerado o “vinho do ano” de 2008 pela Wine Spectator: Clos Apalta 2005. Aproveitem o video!


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